a referência na cobrança de dívidas
 
 
 
   

F.a.q

fazer algumas perguntas e pedir-lhe esclarecimentos sobre vários pontos :
 
Você : Tenho recebido as suas propostas desde há um certo tempo, mas como o que me devem representa apenas uma muito pequena parte do meu volume de negócios e tenho pouco tempo para tratar disso, tenho deixado o assunto de lado até agora.
Nós : Mesmo se tem poucos devedores, representam uma perda mais ou menos importante que convém limitar ao máximo. E nunca é desagradável receber cheques, sobretudo se é em pagamento de casos que se arrastam desde há muito. Sem querer defender os direitos dos oprimidos, não tentar nada contra os maus pagadores é para eles um incentivo. Quanto à falta de tempo, é exactamente essa a finalidade das nossas intervenções: evitar-lhe todas as correspondências e formalidades demoradas e aborrecidas.
Você : De qualquer maneira, previno que não quero fazer despesas adiantadas.
Nós : Esteja descansado, não pedimos nenhuma provisão; os nossos honorários, à taxa de 25%, são calculados apenas sobre as somas recuperadas.
No caso de insucesso, não terá nada a pagar seja qual for o pretexto.
Você : Não queria separar-me dos documentos dos meus dossiers: cartas, letras, contratos, etc.
Nós : Para começar as nossas instâncias, basta-nos uma simples lista dos seus devedores. Em seguida, se for necessário, poderá confiar-nos as fotocópias ou os originais dos seus dossiers.
Você : Mais uma pergunta delicada: Ouvi dizer que por vezes os homens de negócios guardam o dinheiro recebido durante vários meses.
Nós : Não me permito julgar alguns colegas. Posso dizer-lhe que está aqui numa casa séria que existe desde há várias dezenas de anos e que pode fornecer milhares de referências. Efectuamos os extractos todos os fins de mês e transmitimos-lhe imediatamente todas as cobranças mesmo parciais. É aliás o nosso interesse, pois quanto mais depressa lhe mandarmos dinheiro, mais depressa vai recorrer aos nossos serviços para novas cobranças.
Você : Tem sempre sucesso e depois de quanto tempo ?
Nós : Aconselho francamente que não trate com um gabinete que responda com precisão a essa pergunta. De facto, as possibilidades de sucesso e o prazo de cobrança dependem de tantos imponderáveis, que seria charlatanismo pretender sabre antecipadamente o que se vai passar. Alguns casos são regularizados em 8 dias, outros em um ano, dois ou três meses, por vezes muito mais e algumas vezes nunca. Tudo depende da solvabilidade do devedor, das provas em posse do credor, das acções que são necessárias, etc...
Mas se perto de 60.000 clientes fazem confiança ao meu Gabinete, alguns desde há mais de 40 anos, não é por acaso, devemos admitir que estão satisfeitos com os resultados obtidos.
Você : Não é o meu desejo, mas o que acontece se eu não estiver satisfeito com os seus serviços ?
Posso desincumbi-lo facilmente dos meus negócios ?
Nós : Evidentemente! e será o único a decidir. Basta escrever-nos pedindo para parar todas as instâncias e devolver-nos os documentos eventualmente em sua posse. E mesmo nesse caso não nos deve nada.
Você : O que também me faz hesitar é o receio de perder os clientes processados.
Nós : Caro Senhor, é precisamente o contrário que se pode produzir, pois enquanto um cliente lhe dever dinheiro, ele não o volta a chamar.
Só quando ele lhe pagar, mesmo por via do contencioso, ele voltará talvez à sua empresa pois poderá fazê-lo de cabeça levantada.
De qualquer modo, se não reagir vai perder não só o cliente mas também o seu dinheiro.
Você : Visto que falamos de dinheiro, não acha que a sua taxa de honorários é um pouco alta ?
Nós : É perfeitamente normal que o cliente ache que é caro; mas infelizmente não podemos fazer menos, pelo contrário, os aumentos de salários e os eventuais aumentos das tarifas postais e de processo talvez nos obriguem a aumentar a nossa taxa de honorários.
Se já teve a ocasião de fazer intimações, pôde observar que se adianta facilmente, por caso, 150 a 1.000 Euro em custas de processo e por vezes em vão. Isso acontece constantemente.
Pelo menos, ao tratar connosco, sabe antecipadamente quanto lhe vai custar e está certo que não lhe custará nada no caso de insucesso pois, e repito, só paga quando há sucesso e depois.
Você : Agradeço as suas explicações. Logo que voltar, faço a lista dos meus devedores e mando-lha.
Nós : Um último conselho: faça já, porque depois corre o risco de esquecer e perder então dinheiro que poderia entrar sem risco para si.
 
 
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